Quarta-feira, 01 de Julho, 2009
O LOBO E SUA SIMBOLOGIA



 



O lado negativo do lobo assombrou mentalidades da antiguidade.

Na mitologia greco-latina, a loba de mormoliceu, ama de leite de Aqueronte, era usada para assustar as crianças.

O conto europeu de chapeuzinho vermelho também nos deixa o legado de temer o "lobo mau", nos fazendo crer que não há outro lobo senão o mau.

Hades, o senhor dos infernos, se utiliza de uma capa de pele de lobo. O deus da morte dos etruscos é representado com orelhas de lobo. Nos tempos negros em que se sacrificavam humanos a Zeus por melhores colheitas, o deus assumia a forma lupina....

Enquanto os bruxos e bruxas se transformavam em lobos para irem aos sabás, na Espanha o lobo era conhecido como montaria dos feiticeiros.



 

 

Na mitologia nórdica, Fenrir é o lobo gigante,umdos mais implacáveis inimigos dos deuses.
 

Na mitologia egípcia,Anúbis é chamado de Impu,"aquele que tem a forma de um cão selvagem",Em cinópolis é venerado como o deus dos infernos.

Da mesma forma, os algonquinos e a tribo mazi (povos indígenas do sul do canadá) vêem o lobo como uma criatura intermediária emtre a natureza divina e humana,senhor do reino dos mortos no ocidente.

O lobo nas lendas e credos populares do ocidente é uma praga maligna que destrói rebanhos e quando tocado pela magia , um vetor da licantropia ( suas vítimas transforman-se em ferozes besta-lobo)(lobisomem)


 

O lobo e sua goela negra é o símbolo do fim, da passagem e dos perigos. Para os muçulmanos,ele é um dos obstáculos em seu caminho para meca,podendo assumir a forma bestial e monstruosa da besta do apocalipse.


 

Mas será que o lobo é tão mau?A verdade é que o lobo representanossa ligação com a natureza e a magia.

Vivendo na floresta,ele despertava o medo de se cruzar a linha entre o conhecido e o desconhecido,representedo tanto pela vida e morte como pelo físico e espiritual.

Para a China, a estrela Sírius é o lobo celeste, guardião do palácio celeste (ursa maior).

No Japão ele é invocado para guardar locais.

O simbolismo da proteção também surge na loba de Rômulo e Remo,que também remete à fecundidade.

Na Sibéria,Turquia,Anatólia,a loba é invocada para dar fecundidade às mulheres.

O lobo traz em si a magia e o desconhecido. Ao mesmo tempo,ele representa o sentido de união.

Os lobos caçam em grupos e,como os cães,gostam de brincar. São fiéis.possuem um parceiro para a vida toda. Não uivam para a lua,apenas uivam. Para marcar território, lamentar uma perda, pedir ajuda ou só por diversão.

O lobo possui a ferocidade quando protege. Por isso é tão temido... Pode realmente ser uma fera assasina se o que ele guarda for ameaçado

publicado por Sr.Mndonça às 15:38

Segunda-feira, 29 de Junho, 2009































 

publicado por Sr.Mndonça às 00:12

Domingo, 28 de Junho, 2009

publicado por Sr.Mndonça às 23:56

Metáforas com lobisomens

Assim como com os vampiros, existe um componente sexual nos lobisomens. Enquanto os vampiros são atraentes e magnéticos sexualmente, o lobisomem típico é hiper-masculino. Ele é excepcionalmente musculoso, peludo e violento.

Essas características não se originam somente na aparência do lobisomem, mas também de suas raízes folclóricas. Em muitas histórias, um homem se torna lobisomem por causa de algum tipo de excesso. Seu comportamento pode ser demasiado bruto, ou ele pode, segundo os padrões da comunidade, ser sexualmente desviante, apresentando por exemplo uma voluptuosidade exacerbada na relação com as mulheres. Essas características podem inclusive ter levado a aplicação do termo "lobisomem" ao comportamento humano. No século 16 em Guernsey, uma das Ilhas do Canal na costa da França (em inglês), jovens que vagueavam pelos arredores à noite, desrespeitando o toque de recolher e constrangendo a sociedade política eram conhecidos como lobisomens. Em alguns casos, os jovens se disfarçavam como animais para atravessar de uma comunidade a outra. Uma crença comum na época era de que os criminosos se transformariam eventualmente em lobisomens.

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As Ilhas do Canal. No século 16,
os criminosos nesta parte do mundo eram
relacionados aos lobisomens

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Essa conexão com o comportamento bruto ou vulgar também aparece na psicologia moderna. Em termos psicológicos, você poderia pensar na luta de uma pessoa com licantropia como uma luta contra - ou para livrar-se de - sua natureza mais primitiva. Quando um homem se torna um lobisomem, seu instinto primitivo, o qual não é considerado necessariamente apropriado, assume o controle.

Existem paralelos naturais entre a licantropia e a puberdade. Durante a puberdade, o corpo humano muda radicalmente. Essas mudanças podem parecer estranhas e elas estão definitivamente fora do controle da pessoa jovem. De modo semelhante, em algumas descrições, a licantropia é uma metáfora para a menstruação. O corpo feminino muda de acordo com o ciclo mensal regular. De muitas maneiras, essas mudanças definem quem ela é - a menstruação é o carimbo oficial de ser uma mulher e a transformação física é o carimbo oficial de ser um lobisomem. Devido a transmissão típica se dar através de uma mordida que eventualmente pode levar à morte, a licantropia pode também ser uma metáfora para qualquer doença contagiosa, particularmente aquelas que são transmitidas sexualmente.

Esta é uma das razões da identificação das pessoas com os lobisomens, apesar deles serem classificados como monstros. Os adolescentes e jovens podem se identificar por causa das repentinas, mudanças em sua pele, cabelos e corpo. E praticamente todos já viveram o esforço em controlar emoções como raiva e frustração.

Ao mesmo tempo, existem condições médicas que podem fazer a licantropia parecer bem real. Leia para aprender mais sobre isto.

publicado por Sr.Mndonça às 23:53

A transformação dos lobisomens

Muitas obras literárias não dispensam muito tempo descrevendo o que acontece quando alguém se transforma em lobo. Num minuto, ele é humano, no minuto seguinte, ele não é mais. Mesmo em filmes como "O homem lobo", o processo de transformação acontece basicamente fora da tela - o homem, mais do que o processo de transformação, é o foco primário do filme. Ao mesmo tempo, a transformação em lobisomem em "O homem lobo" é convincente, considerando particularmente a época em que foi feito. Primeiro, começa a crescer cabelo na pele de Larry Talbot, em seguida, ele se torna uma criatura que se parece com um homem bastante peludo, com unhas afiadas e caninos pronunciados.

werewolf comparison
2007 HowStuffWorks
Alguns lobisomens são mais humanos do que lobos, enquanto outros são mais lobos

Nos filmes mais recentes, entretanto, o processo de transformação em lobo é geralmente o ponto alto do show. Ele aparece rico em detalhes e é com freqüência descrito como um processo doloroso. Os ossos se alongam violentamente e mudam de forma, se movendo por vezes tão drasticamente que chegam a romper a pele da pessoa. Do início ao fim, a transformação pode durar vários minutos e o resultado final é uma criatura que é parte humana, parte lobo, variando a proporção. Dependendo dos efeitos especiais disponíveis na época em que o filme é feito - além das técnicas utilizadas para criar tais efeitos - essas transformações podem chegar ao absurdo do grotesco para dar uma impressão de veracidade convincente.

Se o lobisomem se transforma quando morre varia de livro para livro e de filme para filme. Algumas vezes, quando um lobisomem morre na forma de lobo, ele continua como lobo para sempre. Porém, em outras descrições, ele imediatamente volta à forma humana. Nesses filmes, se você decepa a pata do lobisomem, ela pode se transformar em uma mão humana perante seus olhos. Geralmente, ferimentos graves sofridos em forma de lobo aparecem no corpo humano do lobisomem, tornando muito mais fácil determinar qual amigo ou vizinho é um licantropo.

Na maioria das representações modernas, a única cura para a licantropia é uma bala de prata. Entretanto algumas vezes poções, remédios ou rituais podem interromper a transformação, ou ao menos mantê-la sob controle. Nos livros de "Harry Potter" (em inglês) Remus Lupin quando toma a poção Wolfsbane (que pode ser chamada também de poção mata-cão ou poção do acônito), restringe a sua transformação em lobisomem ou a torna mais lenta. No filme "Possuída", a injeção de uma infusão de hemeróbio é capaz de curar a licantropia.

Atualmente os lobisomens da ficção crescem principalmente nos contos folclóricos e nessas estórias a licantropia é na maior parte das vezes uma metáfora. A seguir, veremos o que os lobisomens representam tanto nas antigas estórias quanto nos filmes modernos.

Os bons lobisomens

Em muitas descrições, os lobisomens são maus - eles matam animais e pessoas inocentes, às vezes por divertimento. Mas em alguns filmes e livros os lobisomens são bons, ou ao menos simpáticos. Eles causam compaixão no público, em grande parte pela luta em aceitar ou controlar a licantropia. Isso não é uma invenção totalmente recente. A história "Eena," de Manly Banister, foi publicada em 1947. Ela quebrou a tradição ao representar um lobisomem que era ao mesmo tempo simpático e mulher. Outros personagens, como o Remus Lupin de J.K. Rowling, parece ser inteiramente benevolente. Outro lobisomem, o impenetrável Oz de "Buffy, o caça vampiros", aprende a controlar seus impulsos licantropos, assim ele acaba por tornar-se uma pessoa melhor, reconquistando o coração de sua ex-namorada, Willow.

publicado por Sr.Mndonça às 23:50

Se tornando um lobisomem

Nas alusões literárias mais antigas sobre lobisomens, os deuses utilizam a licantropia como punição. A idéia dos lobisomens como homens castigados também faz parte de inúmeros contos folclóricos, embora os deuses não façam sempre parte da história. Algumas vezes, alguém simplesmente se torna um lobisomem como resultado de um mau comportamento - ou alguém que não tem um bom comportamento, acaba por revelar-se um lobisomem. A transgressão freqüentemente tem algo a ver com excesso sexual e o culpado é normalmente o homem. Em um conto, uma mulher suspeita que seu marido é um lobisomem. Um dia, enquanto ele está trabalhando no campo, um lobo vai até a cozinha e a ataca. Ele morde sua saia, que normalmente é vermelha, e foge. Quando o marido retorna, a mulher vê parte de sua saia presa em seus dentes. O duplo sentido transparece.

werewolf
2007 HowStuffWorks

Quando a licantropia é um castigo, a transformação às vezes é permanente. O criminoso se torna um lobo ou se transforma em um de tempos em tempos ao longo da vida. Em outras estórias, o homem se transforma em lobo em um determinado período, normalmente sete ou nove anos. E depois, melhora.

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A Europa setentrional - lar de muitas estórias de lobisomens
e lendas
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Mas em outros contos folclóricos, se tornar um lobisomem não é um castigo - é uma dádiva e uma fonte de poder. As estórias falam de vestimentas como cintos ou correias que permitem a quem as usa se transformar em um lobo. Isso traz inúmeros benefícios, incluindo uma dispensa abastecida de galinhas e animais de caça. Em muitas versões germânicas dessa estória, o cinto é feito com a pele de um lobo. Se o cinto for destruído, a habilidade de se transformar desaparece também. Em descrições como essa, a transformação de humano em lobo é voluntária - não dependendo da fase da lua. O homem pode mudar de humano a lobo e vice-versa quando quiser, contanto que ele tenha a vestimenta certa.

Tais histórias são comuns em muitos países da Europa setentrional, incluindo a Alemanha (em inglês), Bélgica (em inglês) e a Holanda (em inglês). Na prosa islandesa do século 13, na "Saga Völsunga," os homens usam a pele de lobos para lutar como eles. Isso também é associado aos bravos guerreiros nórdicos, tratados assim por causa da pele de urso que eles usavam nas batalhas.

 

Breton Lai
A Breton lai, ou narrativa bretã, é uma história de amor escrita em versos rítmicos. A maioria das narrativas bretãs foram compostas durante o período medieval na Europa e incluem elementos mitológicos ou sobrenaturais.
Em alguns contos folclóricos, ser um lobisomem pressupõe a remoção das vestes em vez de colocá-las. O lobisomem só pode retomar a forma humana colocando novamente suas vestes, embora as estórias normalmente não expliquem como ele as veste sem dedos e mãos humanas. Em um conto, um homem e seus companheiros viajam floresta adentro. O homem remove suas vestes, faz um círculo em volta com urina - transformando-as em pedra - e corre para a floresta. Uma vez que suas roupas são petrificadas, ninguém pode movê-las. O lobo então tem a garantia de que poderá retornar ao mundo humano. Um outro lobo da ficção não é tão sortudo. Em uma narrativa bretã chamada "Bisclavret," uma mulher adúltera de um lobisomem rouba suas vestes, mantendo-o sob a forma humana. Quando ele a vê novamente, arranca o nariz dela com uma mordida.

Nas narrativas modernas, a licantropia é freqüentemente transmitida pela mordida de um lobisomem, mas existem exceções. Na série de novelas de Terry Pratchett chamada "Discworld" por exemplo, os lobisomens são uma raça, tal como os pigmeus ou trolls. Os lobisomens de Pratchett podem se transformar de humanos a lobos à vontade. Alguns preferem permanecer na forma de lobo a maior parte do tempo, enquanto outros, como Angua, um oficial no observatório de Ankh-Morpork, muda sua forma conforme a ocasião.

A transformação em si é geralmente mais importante nos filmes do que nos escritos. A seguir, veremos como as pessoas se transformam fisicamente em lobisomens.

 

publicado por Sr.Mndonça às 23:47

Origens dos lobisomens

É difícil apontar a primeira referência do mundo aos lobisomens. Um dos mais antigos escritos conhecidos "A Epopéia de Gilgamesh", é um candidato provável. Nele, Gilgamesh recusa-se a ser amante da deusa Ishtar por causa do comportamento cruel dela com os seus pretendentes anteriores. Ishtar transforma um pastor de ovelhas, em um lobo, fazendo-o inimigo de seus amigos, de suas ovelhas e até mesmo de seus próprios cães.

Apesar dos grandes lobos normalmente não atacarem as pessoas sem serem provocados, na cultura ocidental eles são freqüentemente odiados e temidos
AFP/Getty Images
Apesar dos grandes lobos normalmente não atacarem as pessoas sem serem provocados, na cultura ocidental eles são freqüentemente odiados e temidos

Ishtar não é a única divindade antiga a transformar um mortal em lobo. Na "Metamorfose," de Ovídio, um viajante chega a casa do rei Lycaon da Acádia. Lycaon suspeita que o visitante seja imortal, assim ele lhe propõe um teste. Ele serve carne humana ao seu convidado, que infelizmente se transforma no Deus Júpiter (em inglês). Júpiter reconhece a origem da carne imediatamente e transforma Lycaon em lobo. Tanto o nome Lyacon quanto o termo licantropia vem da mesma raiz - o termo grego lykos, que significa lobo.

Ambos os escritos anteriores são antigos e sugerem que a idéia de homens se transformando em lobos tem habitado o mundo desde os primórdios da civilização humana. Além de antiga, a idéia é amplamente difundida. Na maioria dos lugares, se um lobo vive ou viveu em uma região particular, os contos folclóricos dessa região incluem os lobisomens. Nas regiões onde não existem lobos, as histórias falam de pessoas que se transformam em outros animais carnívoros. Histórias vindas de partes da África (em inglês) falam de pessoas que se transformam em hienas ou crocodilos. Nos contos folclóricos chineses, as pessoas se transformam em tigres e em histórias japonesas, elas viram raposas. Algumas histórias russas descrevem pessoas que se transformam em ursos.

Em todas essas histórias, os mutantes tendem a provocar medo. Tal medo surge de três fontes principais:

  1. O animal que a pessoa se torna é um carnívoro poderoso, grande - ele é assustador mesmo sem intervenção sobrenatural;
  2. Ao sofrer a transformação, a pessoa vira algo que amedronta, não tendo como escapar;
  3. Se a licantropia for transmitida por uma mordida, a vítima enfrenta a ameaça contínua de sofrer espantosas transformações indefinidamente se sobreviver ao encontro.

Contudo, ser mordido não é o único modo de se tornar um lobisomem. A seguir, examinaremos outros métodos utilizados para transformar um ser humano em lobo.

Uma explicação sobre Licantropia
O termo "licantropia" se refere originalmente a uma doença mental - a ilusão de ser um lobisomem. Atualmente, muitas pessoas usam o termo "licantropia" para se referir "a habilidade de se transformar em lobo" e "licantrópo" para designar o "lobisomem".

publicado por Sr.Mndonça às 23:41

 



Mesmo se você nunca viu o filme de 1941 chamado "O homem lobo" provavelmente sabe o que é necessário para matar um lobisomem - uma bala de prata. Isto se deve ao fato de que "O homem lobo" fez para os lobisomens o mesmo que a novela de Bram Stoker feita em 1897, "Drácula" fez aos vampiros. Ele estabeleceu as regras de como os lobisomens devem se comportar.

De acordo com "O homem lobo", se um lobisomem lhe morder, você também irá se transformar em um. A noite se transformará em uma criatura parte-humana, parte-lobo e atacará os seres humanos. No filme original, essa transformação se dá em um declive, onde algumas espécies de acônitos, também conhecidas como hemeróbio (em inglês) ou veneno de lobo, florescem. Na seqüência do filme "O homem lobo" vinculou-se a transformação à lua cheia, uma característica que muitas pessoas associam aos lobisomens atualmente. "O homem lobo" também deixou claro que uma vez que uma pessoa se torna um lobisomem, a única cura é a morte. Tentar pedir ou rezar para querer sair dessa não irá adiantar e nenhuma corrente no mundo poderá impedi-la de atacar outras pessoas.

lobisomem
HowStuffWorks 2007
Um lobisomem

Tal como "Drácula", "O homem lobo" é baseado em lendas e histórias que existem a centenas de anos. Entretanto, as balas de prata, a lua cheia, o veneno de lobo e o incurável curso da licantropia têm mais a ver com Hollywood do que com a própria história. Nas histórias e no folclore, existem inúmeros modos de se tornar um lobisomem e a transformação nem sempre é involuntária ou mesmo permanente. Apesar dessas diferenças, a maioria dos lobisomens dos filmes e histórias antigas têm algo em comum. Eles são perigosos, astutos e até mesmo maus, causando medo e terror.

Assim o que existe de tão intrigante e aterrorizador na idéia de se transformar em um animal selvagem? Porque essas histórias existem em tantas culturas ao redor do mundo? As histórias sobre lobisomens têm algum fundamento em fato médico ou científico, ou elas são simplesmente produto da imaginação?

Sequels to
Getty Images
Na seqüência de "O homem lobo" foi estabelecida uma ligação entre os lobisomens e a lua cheia

Neste artigo, veremos como as pessoas se transformam em lobisomens e o que acontece durante a transformação. Veremos também o que os lobisomens representam em diferentes culturas, além de examinar os eventos históricos e as condições médicas que incitaram algumas comunidades a acreditar que os lobisomens realmente existem.

Prejudiciais ao lobo
Os personagens em "O homem lobo" destroem as raízes dos venenos de lobo e prendem as flores em suas roupas. Esta não é uma idéia muito boa. O veneno de lobo é extremamente tóxico - o termo "veneno de lobo" provavelmente vem de pessoas que utilizam a planta para envenenar lobos. Os horticulturalistas recomendam o uso de luvas ao manipular a planta e em seguida uma lavagem cuidadosa das mãos.

publicado por Sr.Mndonça às 23:36

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Belíssima e rica elucidação. Poética, eu diria, so...
E o lobo no xamanismo? Quem postou isso ai tem um ...
Me gustó leer el texto. Gracias
adorei o texto, amos lobos desde criança, e...
metade do que está escrito no testo é...
ostei muio do texto ele me ajudou muito a entender...
belo texto sobre lobos sao as minhas criaturas ale...
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